sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Protótipo Objeto Programático
A ideia foi criar um objeto maleável, que pudesse ser moldado de qualquer forma, de acordo com a preferência do usuário.
domingo, 14 de agosto de 2016
Flusser: Finalística, Causalística e Programática.
A discussão desse texto gira em torno de três conceitos: a finalística, a causalística e a programática. A lógica de cada um desses conceitos pode ser relacionada com a liberdade de criação que cada um pode proporcionar.
Primeiramente, a lógica da finalística, pode restringir a liberdade visto que se define o resultado a partir do futuro. Esse conceito é pautado em decisões tomadas afim de atingir um objetivo pré-definido.
Na causalística, as coisas acontece como consequência de uma causa. A liberdade, nesse caso, é restrita pelo passado.
A programática, considerada a lógica mais livre, não tem restrição nem do passado ou do futuro. No modo de pensamento programático os eventos ocorrem ao acaso, sem se prender à alguma regra específica.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Relação entre objetos apresentados
Meu objeto: câmera fotográfica antiga
Objetos relacionados: taça de vinho e caderno de anotações sem pauta.
Relação entre eles: Esses objetos incorporam para si estímulos do mundo exterior, modificando-se.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Crítica à um croqui
Croqui escolhido:
A perspectiva está ''confusa'', pois ao mesmo tempo que se dá a impressão de que se está vendo o edifício de um ponto de vista relativamente alto, está representada a parte inferior do edifício, como se estivesse vendo de um ponto mais abaixo. Além disso, a falta da representação da lateral direita do edifício também prejudica a compreensão do desenho.
O traço está forte e dá um contraste que valoriza o desenho.
O desenho das árvores poderia ter um traço mais solto para dar uma noção melhor de como as árvores interferem na visão do local.
A perspectiva dos brises do lado direito foi representada com cuidado e deu uma boa ideia de como é na realidade.
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| http://giovannadegiacomo.blogspot.com.br/2016/08/croqui-2.html |
A perspectiva está ''confusa'', pois ao mesmo tempo que se dá a impressão de que se está vendo o edifício de um ponto de vista relativamente alto, está representada a parte inferior do edifício, como se estivesse vendo de um ponto mais abaixo. Além disso, a falta da representação da lateral direita do edifício também prejudica a compreensão do desenho.
O traço está forte e dá um contraste que valoriza o desenho.
O desenho das árvores poderia ter um traço mais solto para dar uma noção melhor de como as árvores interferem na visão do local.
A perspectiva dos brises do lado direito foi representada com cuidado e deu uma boa ideia de como é na realidade.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
domingo, 7 de agosto de 2016
Arquitetura e Roupa
Pensar o que a arquitetura proporciona ao homem que a roupa não consegue proporcionar parece ter uma resposta óbvia, até que dedicamos alguns segundos a mais para refletir sobre. Uma roupa, se bem pensada, pode nos protejer de intempéries, pode expressar a identidade de alguém, pode nos abrigar e pode nos protejer da violência atual. Pela ótica de quem vive em uma sociedade atual, urbanizada, acaba ficando complicado ver o que a arquitetura faz por nós que a roupa não poderia fazer. Porém, se dermos um (milhares) passos para trás, podemos entender. O homem primitivo, na natureza intocada, selvagem, encontrou nas cavernas um abrigo. Um abrigo que o protegia dos obstáculos da natureza: sol, chuva, ataque de animais. O que esse abrigo proporcionou ao homem, provavelmente não poderia ser proporcionado por uma vestimenta criada por ele, com as ferramentas que ele tinha para cria-las. Além de ser mais prático apropiar-se de uma proteção sólida já existente. A partir disso, cria-se uma cultura. Ter um teto sob sua cabeça proporcionou ao homem uma vivencia íntima dentro de um espaço determinado. Dentro desse espaço existem possibilidades; pode-se armazenar coisas, viver em conjunto, privar-se de um mundo mais externo, dentre outros. A sociedade foi se desenvolvendo e perpetuando essa cultura, de forma que, hoje em dia, ela se encontra tão solidificada e desenvolvida, que se tornou inviável e inpensável para o homem uma vida sem o objeto arquitetônico.
Design: obstáculo para remoção de obstáculos?
O ato de projetar objetos para superar obstáculos é recorrente na vida do ser humano desde os primórdios. O que é ressaltado no texto ''DESIGN: OBSTÁCULO PARA A REMOÇÃO DE OBSTÁCULOS?'' é, principalmente, a importância de um projetar responsável. Atualmente, o projetista é muito atraído para a criação de um objeto focado específicamente para resolver certos problemas, afim de obter um desenvolvimento e um avanço significativo naquele ponto em específico. Mas, a responsabilidade de um projeto deveria ser considerada em um cenário mais amplo. O ideal seria considerar a aplicação desse projeto em uma situação que envolvem mais
fatores do que um apenas um problema em particular. Considerar um contexto, uma funcionalidade razoável em um bom espaço de tempo e que seja útil a uma parcela maior de pessoas, é o que entendo como um ato de criar responsável e necessário na conjuntura atual, onde se projeta novas coisas desenfreadamente (e, talvez, desnecessariamente).
fatores do que um apenas um problema em particular. Considerar um contexto, uma funcionalidade razoável em um bom espaço de tempo e que seja útil a uma parcela maior de pessoas, é o que entendo como um ato de criar responsável e necessário na conjuntura atual, onde se projeta novas coisas desenfreadamente (e, talvez, desnecessariamente).
Animação Cultural
Em seu texto, Flusser, concede aos objetos um posicionamente que, inicialmente, nos parece bastante surreal; o de se organizarem e debaterem sobre uma revolução entre eles. Ao passo que o texto se desenvolve, esse 'poder' dos objetos parece ser cada vez mais coerente com a nossa realidade atual. Tendemos a ter uma posição arrogante sobre os objetos porque os vemos como produtos nossos, que não existiriam se não fossem criados por nós. De fato, somos nós os criadores e projetistas dos objetos. Mas, o que o texto nos mostra, de uma forma quase irônica, é que os objetos falam; nos dão possibilidades, mas também nos limitam. De uma forma mais prática, o material, formato, tamanho e funcionalidade de um objeto condiciona nossos atos em torno dele. Uma mesa redonda, criada por nós, nos induz a sentar em circulo, centralizar uma discussao, enfrentar os outros participantes da mesa. Dessa forma, no fim, não parece tão surreal que os objetos falem e tenham o direito de aplicar sua objetividade sobre a nossa realidade. Além de tudo, é importante ressaltar, dando maior enfoque na sociedade contemporânea, uma maior dependência, não dos objetos, mas da CRIAÇÃO de objetos para exercer tarefas por nós. O homem está transferindo cada vez mais funções aos objetos que cria e, aparentemente, se aproximando cada vez mais da revolução dos objetos sobre o ser humano.
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